Os robôs estão vindo. Será que estamos preparados?
9.2.09
Robótica - Notícias
Os robôs estão vindo. Será que estamos preparados?
25.10.08
Sonda Ibex - NASA
A sonda foi lançada às 15h45 no horário de Brasília, segundo a agência espacial.
A Ibex (Interstellar Boundary Explorer) está dotada de instrumentos que a permitirão obter imagens e estabelecer a primeira cartografia dessa vasta zona de turbulências e campos magnéticos mesclados, onde as partículas dos ventos solares quentes se chocam com as partículas interestelares de outras estrelas da Via Láctea.
"As regiões fronteiriças do espaço interestelar são essenciais porque nos protegem da maioria dos raios galácticos mais perigosos", disse David McComas, diretor científico da missão.
"Sem a zona, os raios penetrariam na órbita terrestre tornando os vôos orbitais humanos muito mais perigosos", acrescentou McComas.
As únicas informações das quais os cientistas dispõem sobre os confins do sistema solar foram dadas pelas sondas Voyager 1 e Voyager 2, lançadas em 1977 e ainda em operação.
A sonda Ibex foi lançada a bordo de um foguete Pegasus que, por sua vez, foi lançado de um tri-reator Lockheed L-1011 voando a 12 mil metros sobre as Ilhas Marshall no Oceano Pacífico.
15.10.08
Lítio - O Futuro da Energia
Interessante reportagem sobre o futuro do lítio que é o elemento químico cada vez mais usado para a confecção de baterias para produtos eletrônicos bem como para veículos.
por Hervé Kempf
Embora ainda seja, sem dúvida, prematuro qualificar o lítio de "petróleo do novo século", esta matéria-prima, entretanto, não deixa de suscitar um interesse repentino, o que vem a ser comprovado pela disparada do seu preço, que passou de pouco menos de US$ 350 a tonelada em 2003 para cerca de US$ 3.000 atualmente.
A explicação disso pode ser encontrada na evolução da tecnologia das baterias. Por muito tempo, estas funcionaram com elementos de chumbo, um metal de peso pesado, mas de potência reduzida. Elas se revelaram eficientes para dar a partida nos motores, mas não para alimentá-los com energia. Durante os anos 1980, as baterias de níquel-cádmio representaram um ganho em termos de peso, por serem mais leves, mas os avanços que elas introduzirem não foram suficientes para permitir o sucesso dos carros elétricos, dos quais alguns milhares foram então lançados na França. O real passo qualitativo veio das baterias que utilizam lítio, um metal muito leve e que pode transportar muita energia. Em particular, as baterias de lítio-íon "ocupam, ainda que elas desenvolvam a mesma potência, um volume duas vezes menor que o de uma bateria de níquel-cádmio", explica Franck Cecchi, o diretor de operações da JC-S, uma firma especializada nesta tecnologia.
Inicialmente, a tecnologia do lítio-íon encontrou uma aplicação nos computadores e nos telefones celulares, cujo consumo aumentou de maneira impressionante: em 2007, 78 milhões de computadores portáteis foram vendidos, ou seja, 23% a mais do que em 2006; quanto aos celulares, o número de exemplares vendidos passou de 517 milhões em 2003 para 1,1 bilhão em 2007. Esta expansão rápida transformou por completo o mercado do lítio que, até o presente momento, tinha aplicações limitadas no setor farmacêutico (o lítio é um medicamento utilizado no tratamento das psicoses maníaco-depressivas), na fabricação de lubrificantes e de equipamentos de ar-condicionado, entre outros. As baterias, que representavam apenas 9% dos campos de utilização do lítio em 2000, desde então passaram a absorver 20% da produção deste elemento alcalino. O advento dos automóveis elétricos deverá aumentar ainda mais a demanda do metal. "Se este tipo de veículo se desenvolver de maneira acelerada, ele passará a representar o modo principal de utilização do lítio", comenta George Pichon, o diretor geral da sociedade de comercialização de metais Marsmétal.
Dentro deste contexto, surgem dois problemas: o recurso estará bem distribuído? Será que ele existe em quantidades suficientes para as necessidades futuras? De fato, enquanto o lítio é muito abundante na natureza, é bastante limitado o número dos lugares no Planeta onde ele pode ser encontrado em concentrações importantes o suficiente para permitir sua exploração econômica; ou seja, numa área de lagos salobros fósseis nos países andinos, numa encruzilhada entre a Argentina, o Chile e a Bolívia (que concentra cerca de 70% dos recursos mundiais), em alguns lagos salobros no Tibete, e em algumas minas na Austrália, na Rússia e nos Estados Unidos. Desde 1997, o Chile permanece o principal fornecedor mundial de lítio, cuja produção e distribuição são garantidas essencialmente pela firma alemã Chemettall. Embora ainda estejamos muito distantes de uma situação de cartel, o atual mapa do lítio esboça, entretanto, uma geopolítica totalmente nova.
Os recursos serão mesmo suficientes para garantirem o desenvolvimento do mercado? É muito difícil responder a esta pergunta, em razão da falta de transparência das transações: "Trata-se de um mercado pouco aberto, de um mundo fechado, muito secreto", diz George Pichon. De fato, os números precisos da produção permanecem desconhecidos. Ela é avaliada pelo USGS (Serviço de geologia dos Estados Unidos) em 25 mil toneladas por ano. "Em todo caso, os preços aumentaram consideravelmente, sobretudo por razões especulativas", explica Jean-Marc Metais, o diretor geral da Batscap, uma filial do grupo Bolloré. "É por estas razões que nós estamos tentando dominar o nosso processo de produção de lítio, garantindo a segurança do nosso abastecimento na fonte".
Uma outra dificuldade provém do fato de que as baterias para veículos elétricos requerem uma purificação do carbonato de lítio numa proporção de 99,5%, um processo que exige uma qualidade de acabamento cuja tecnologia, por enquanto, apenas as companhias japonesas conseguem dominar.
As principais montadoras de automóveis fingem não estarem preocupadas com a disponibilidade de reservas do metal. Entretanto, um estudo realizado pela firma de consultoria especializada Meridian International Research, que foi publicado no mês de maio (intitulado "The trouble with lithium 2" - Os problemas relativos ao lítio 2), deixou assustados muitos industriais interessados em aproveitar este metal: ao examinarem detalhadamente as configurações geológicas dos diferentes centros de produção, os autores do estudo chegaram à seguinte conclusão: "As previsões realistas de aumento da produção do lítio não permitirão atender as necessidades de uma revolução da propulsão automobilística no decorrer da próxima década. (...) No quadro do mais otimista dos cenários, a produção total conseguirá permitir a fabricação de apenas 8 milhões de veículos híbridos do tipo do GM Volt" (o modelo híbrido que será lançado em breve pela General Motors). Este número deve ser comparado com um mercado mundial de 60 milhões de automóveis a gasolina em 2008.
Por enquanto, as montadoras se mostram unânimes em considerar que no médio prazo, o carro integralmente elétrico constituirá não mais do que um segmento do parque automobilístico, num mercado em que a parte mais importante da expansão elétrica passará pelos carros híbridos, associando um motor térmico com uma bateria aperfeiçoada. O líder do setor, a Toyota, utiliza uma tecnologia que combina o níquel com um metal e um composto de hidrogênio. Mas a montadora poderia passar a empregar o lítio-íon em seus próximos modelos, da mesma forma que a Sanyo e a Ford, enquanto a Mercedes já optou por esta tecnologia. A carência de recursos poderia limitar suas ambições.
Os consultores da Meridian também alertam para a existência de um outro problema: a produção de lítio no lago de Uyuni, que é a principal jazida mundial, mas também um ecossistema único apresentaria grandes riscos de deteriorar fortemente o meio-ambiente. O mesmo deveria ocorrer no Tibete. Com isso, as montadoras do carro elétrico, que muitos consideram como um veículo "limpo", deverão cuidar de garantir uma exploração impecável. E, portanto, de custos elevados.
8.10.08
3.10.08
Primeira Fábrica de Semicondutores do Brasil
A fábrica contará com o suporte científico e tecnológico do Centro Multidisciplinar para o Desenvolvimento de Materiais Cerâmicos (CMDMC), vinculado ao Instituto de Química do Campus de Araraquara da Unesp (Universidade Estadual Paulista).
A fábrica começa a ser construída no segundo semestre de 2009 e deve ficar pronta em meados de 2011, com previsão de iniciar atividades com capacidade para 100 milhões de chips por ano.
"É mais ou menos o volume do mercado brasileiro hoje. Com isso, o Brasil não teria por que importar os chips tendo uma fábrica aqui. Vamos ter preço e qualidade para competir com produtos da Ásia", disse o diretor comercial da joint-venture chamada Symetrix Systems, Ricardo Castello Branco, em entrevista por telefone.
Investimentos
O acordo entre a norte-americana Symetrix e o Grupo Damha prevê investimentos iniciais de US$ 150 milhões, com possibilidade de ampliação posterior para até US$ 1 bilhão, segundo Marco Aurélio Damha, sócio do grupo.
As memórias e sensores que serão fabricados poderão ser utilizados, por exemplo, em bilhetes de transporte público. Segundo José Arana Varela, pró-reitor de Pesquisa da Unesp e docente do Instituto de Química, essas memórias ferroelétricas têm vida útil de prazo indefinido e seus dados podem ser lidos e escritos cerca de 100 trilhões de vezes.
A Symetrix foi fundada na década de 1980 pelo empresário brasileiro Carlos Paes de Araujo e tomou decisão de expandir sua atuação para o Brasil depois que governo federal elegeu o setor de semicondutores como um dos prioritários para o desenvolvimento do país.
Fonte
Do G1, em São Paulo, com informações da Reuters
4.6.08
A Internet na China
da Associated Press, em San Jose (EUA)
Um estudo divulgado nesta quarta-feira (4) pela empresa de segurança McAfee aponta que os domínios ".hk" (Hong Kong), ".cn" (China) e ".info" são os menos seguros para navegação, por estarem muito sujeitos a ataques de pragas virtuais.
Entre todas as páginas testadas pela empresa, 19,2% dos sites com domínio ".hk" foram considerados perigosos ou potencialmente perigosos para os usuários. Entre os ".cn", o índice é de 11,8% e entre os ".info", 11,7%.
Shane Keats, analista da McAfee e principal autor do estudo, afirma que o aumento no número de sites maliciosos com os domínios ".hk" e ".cn" nos últimos anos é causado, em parte, pela melhor coleta de dados feita pela empresa nesses sites e por aparentes lapsos de segurança cometidos por empresas de registro de sites.
"Meu conselho sobre comportamento de navegação é que, se você estiver muito desesperado por comprar Prozac barato e as farmácias terminam com ".cn", não faça isso. Simplesmente não faça isso", afirma Keats. "Encontre outro lugar para comprar o seu Prozac."
O relatório da McAfee foi baseado na análise de 9,9 milhões de sites em 265 domínios que foram testados para códigos maliciosos, anúncios excessivos por pop-up ou fichas on-line de cadastros que são, na verdade, ferramentas para coletar endereços de e-mail para envio de spam.
Entre os domínios mais seguros estão o ".gov", com 0,05% dos sites registrando conteúdo malicioso, seguido por ".jp" (0,1%) e ".au" (0,3%). Um pouco mais de 5% de todos os sites sob o domínio ".com" --o mais popular na internet-- foram considerados perigosos.
Fonte: Folha On-Line
Comentário
Gostaria da opinião de vocês leitores, sobre o tema CONTROLE NA INTERNET. Ficarei muito satisfeito com suas respostas e opiniões.
22.11.07
TV - Digital
Essas facilidades estarão disponíveis para os aparelhos televisores que estejam preparados para a recepção desses sinais. Para os aparelhos antigos deve-se utilizar um conversor que receberá o sinal digital fazendo com que as vantagens citadas possam ser aproveitadas por esses aparelhos.
Quem não utilizar o receptor continuará recebendo o sinal analógico e o televisor continuará a funcionar normalmente. Para quem não sabe, uma das normas do comitê (NTSC - National Television Systems Committee - não confunda com o padrão!) que padroniza as transmissões televisivas mundias, diz que qualquer técnica nova de transmissão deve ser compatível com qualquer aparelho que tenha sido fabricado anteriormente a nova tecnologia. É por isso que aquele televisor antigo preto e branco ainda funciona, mesmo o sinal à cores sendo diferente de um sinal monocromático! Interessante isso não?
O governo brasileiro garantiu que o valor desse conversor para TV Digital não passaria de R$100! Hoje ocorreu o lançamento de alguns modelos e o mais barato custa R$499!
Parece que mais negociações estão sendo feitas... veremos o que ocorre
3.10.07
Excel Erra Conta!
Framingham - Bug foi descoberto quando usuário multiplicou 850 por 77,1 e o Excel retornou o resultado 100 mil, quando o correto é 65.535.
A Microsoft confirmou na terça-feira (25/09) que o Excel 2007, versão mais recente do seu popular software de planilhas, retorna cálculos incorretos em alguns casos.
O bug matemático veio à tona no último sábado, no próprio grupo de notícias do Excel, quando um usuário chamado Molham Serry reportou que quando multiplicou 850 por 77,1, o Excel 2007 retornou o resultado 100.000 em vez da resposta correta, que seria 65.535.
Outros membros do grupo de notícias rapidamente se envolveram na discussão, postando mais de 120 mensagens. Alguns defenderam que 100.000 de fato era a resposta certa.
Na terça-feira, o time do Excel fez um post “mea culpa” no blog da Microsoft. “A maioria dos relatórios tinha foco na multiplicação, mas nossos testes mostraram que o bug não tem nada a ver com a multiplicação”, disse David Gainer, chefe de projeto do Excel. “Ele se manifesta em muitos, mas não todos os cálculos do Excel que tragam o resultado 65.535. Testes adicionais mostraram resultados similares com o número 65.536 também”.
A falha afeta apenas o Excel 2007 - as versões anteriores dão a resposta correta. Segundo Gainer, a falha não é nos cálculos, mas sim no código que acessa os valores e formatos para exibi-los na planilha.
A Microsoft está preparando uma correção, mas não há uma data definida para sua liberação, segundo Gainer.
Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham.
Notícia traduzida e publicada pelo site
IDGNOW


