O bom professor explica, o excelente professor inspira.
A Fujitsu anunciou nesta semana a criação do "Vênus", o processador mais rápido do mundo para supercomputadores. O protótipo do Vênus atingiu a marca de 128 bilhões de operações por segundo e quebrou o recorde que anteriormente era da Intel.
Além de ter um consumo de energia mais baixo, o tamanho dos circuitos centrais foi reduzido, permitindo que a Fujitsu dobrasse o número de circuitos por chip.
Ainda demorará um bom tempo até que o Vênus possa ser usado em aplicações práticas, mas isso não deixa de ser um importante marco para a Fujitsu.
Processador Vênus
Jean Charles Athanase PeltierConhecido também conhecido como Força eletromotriz de Peltier, foi descoberto em 1834 por
Jean Charles Athanase Peltier e consiste na passagem de cargas elétricas através da barreira de potencial formada pela junção de dois tipos diferentes de semicondutores (condutores também podem ser utilizados, porém a densidade de corrente é menor e consequentemente a potência gerada é menor). Essa passagem de cargas elétricas resulta em uma variação da temperatura de suas superfícies – aquecimento de uma e resfriamento da outra.
Utilizando-se semicondutores é possível a construção de pequenos dispositivos, baseados neste efeito. Hoje, um módulo típico é confeccionado sobre uma pastilha de cerâmica medindo cerca de 3 cm x 3 cm, provocando uma diferença de temperatura de até 86ºC entre suas superfícies quando ligado a uma fonte de tensão de 12 volts.
Pastilha Peltier Pode ser utilizado para produzir temperaturas próximas de 0 Kelvin, porém o sistema deve ser refrigerado por nitrogênio liquido (o calor retirado precisa ser dissipado de alguma maneira), pois o terminal pode chegar a temperaturas extremamente elevadas.
Módulos Peltier tem grandes vantagens como tamanho reduzido e ausência de peças móveis e ruído, mas seu custo por por watt transferido é muito superior a um compressor, seu principal concorrente tecnológico.
Para saber mais:
Biografia Jean Charles Athanase PeltierProjeto Cooler Peltier MicrocontroladoEfisica - Efeito Peltier
Abaixo apresento à vocês o diagrama de máscaras projetado por mim, de um inversor CMOS integrado. Apresento também as formas de onda de entrada e saída do circuito da figura 2.
Diagrama de máscaras de um inversor CMOS
Fig. 2 Diagrama de tempos do inversor CMOS
Em breve novos posts sobre circuitos integrados e mais detalhes sobre esse inversor que acabei de apresentar. Conto com as dúvidas e sugestões de todos.
Mais um transistor antigo para o conhecimento dos leitores. Não tenho informações sobre ele, se alguém souber algo, escreva sob a forma de comentário que as informações serão muito bem vindas.
Quantidade – 1970: poucos milhares de transistores num chip
– 2005: dezenas a poucas centenas de milhões de transistores num chip
– 2010: mais de 1 bilhão de transistores num chip
Microprocessadores– 1970: Intel 4004 - 4 bits
– 1974: Intel 8008 - 8 bits
– 1979: Intel 8086 - 16 bits
– 1985: intel 80386 - 32 bits
– 1997: Intel PentiumPro - 64 bits
Todo mês são produzidos pela Intel 4 quatrilhões (4.000.000.000.000.000) de transistores, mais do que meio milhão para cada habitante do planeta. Um único chip Pentium II carrega mais de 7 milhões deles e é capaz de realizar 588 milhões de cálculos por segundo.